Enfim chego ao final do tour que terminei… três semanas atrás. A última parada da viagem alemã oferecida pelo Instituto Goethe nos levou a Munique. A última parada foi a menos empolgante de todas, mas não por isso deixamos de aproveitar. Conhecemos a sede mundial da Allianz (onde tivemos uma aulinha sobre a história do logotipo da empresa – é uma águia, alguém sabia?) e depois fizemos uma visita chata na BMW (chata mesmo, não foi ironia). No último dia conhecemos o equivalente local à FGV e depois um supermercado bio. E, claro, comemos, comemos, e comemos. E bebemos, e bebemos, e bebemos. E nos cansamos de brindar ao Goethe, aquele.
A parte boa da parada em Munique foi justamente quando terminou o programa oficial e fiquei por lá com o Albert, o outro brasileiro que participa da bolsa. O objetivo era ver o jogo do Bayern de Munique contra o Frankfurt, no sábado. Antes, tivemos o prazer de assistir na rua à humilhante derrota do time mais forte do país para o Barcelona. Foi lindo. Na quinta-feira dei um pulo em Nuremberg para visitar os colegas da kicker, que mais uma vez fizeram uma grande colaboração ao objetivo cervejístico da viagem (foi o dia mais produtivo da incursão, com 10 diferentes ao todo).
Antes de vermos o jogo do Bayern, no sábado em que voltávamos a Berlim, uma oportunidade única bateu à nossa porta: uma manifestação nazista em frente à estação de trem. Desta vez não era uma filmagem. Eram neonazis de verdade. Eram cerca de 80, escoltados por 1.300 policiais da tropa de choque. Eles pediam, vejam vocês, liberdade de expressão. Uma pena que os policiais estavam ali, pois o grupo de anti-fascistas, ONGs pró-Israel, pró-GLS e transeuntes revoltados com o ato certamente trucidaria esse bando de vagabundos. Era o tipo de coisa que, confesso, não esperava ver ao vivo. Enfim. Vi e registrei. Nas fotos abaixo dá pra ver o naipe dos figuras. Eu quase vomitei.
E, ao final de 10 dias cansativos, enfim de volta a Berlim.




































































